Parágrafo

Montanha em si, evoca diante dos olhos cristais de um céu infinito.
Mergulho d’alma, sentido oculto na imensidão púrpura alhures.
Quisera dominar os sentidos.
Como o destemor que a lua cheia traz...

... quando sobe por detrás desta montanha:
Faz um buraco no firmamento.

Mais uma vez transeunte de passos largos.
Cabeça baixa.
Olhos mal vestidos.
Mais um horizonte perdido entre um e outro.

E a todos os outros ainda nunca avistados reverencio seus poderes
E à sombra daquelas noites de mel
E ao mel daquelas tardes de chá
E à chuva de fagulhas daquela manhã noturna.

Pois o sentido despido hoje crava seus alfinetes.
Ele está agora,
em operação.

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